Era como se ainda ardesse em pele. ..
Era como se ainda rememorasse aquele momento do novo, do outro, do sempre mesmo…
Ainda sorria sem entender o porque de meus olhos ainda não entenderem…
Morri um pouco. Um pouco do “nós” morreu ali. Não havia muito o que se perder, mas um pouco do pouco que se foi, esvaiu por entre a incredulidade do fato…
E a vida seguiu sem parar para lamentar aquele ato. E nem devia….
O dia seguiu, o sol baixou. Outro dia nasceu e no fim, senti falta do aperto de mão e do brilho que a amizade faz florescer. Quem sabe… em outro tempo.
Oi Kassandra… legal saber q vc ainda escreve… tb ainda não desisti… gostei do espaço… espero q dure muito… abraços
K…:
Oi Geraldo,
obrigada pela visita.
A vida engole a gente não é?
Lembro dos bons tempos do jornalzinho da UEG e ainda tenho aquele exemplar que vcs fizeram o favor de publicar um texto meu… quanta honra!
Que tal me mandar um dos seus pra eu colocar aqui? Pode conferir mais algumas lantejoulas para o meu arremedo de Colombina…
bjos
Estava com saudade dos seus textos. Espero ainda ve-los editados e publicados. Você merece.
K…:
Não tenho essas pretensões Thiago, e sabes disso.
Inaugurei esse espaço porque já acho que não tenho mais para onde destinar os suspiros de uma alma agonizante…
Vou espicaçá-los aqui entre amigos…
bjos
A beleza e a maldade da vida estão unidas na força do tempo, que nunca para e deixa alegrias e tristezas no passado.
Sempre haverá uma nova manhã e um novo entardecer, como se o tempo zombasse de nós mostrando nossa insignificância sentimental perante a majestade incontestável do universo, dizendo: “nada mais no universo se interessa pelo que se passa dentro de você”.
Só nos resta esperar um outro tempo.
Adorei seus textos Kassandra, sempre despertam uma reflexão diferente em cada leitor. Abraços.
K…:
Não acredito que a vida seja má. Mas concordo com a insignificância do humano peranteo processo. Estamos sempre atrasados, presos ao passado, presos a nós mesmos.
Nos parece que a vida sempre tem pressa e sempre nos escorre pelos dedos.
Alucinadamente tentamos acompanha-la e nessa corrida não apreciamos o presente e nem planejamos o futuro.
Vivo a vida “alucinadamente” em flashs e pequenas pausas do turbilhão que nos rodeia….
Não sei se me sobra muito depois que a tempestade pára de soprar. Mas o vento nos cabelos durante o vôo, já vale uma vida inteira…
bjos
amizade né? isso é namoro! hehehe
bjs
K…:
“Há muito muitas coisas entre o céu e a terra, do que pode supor a sua vã filosofia” querido… Ainda existem amizades e existe também o amor fraterno…
bjos