E de repente me perdi no meio do meu dia.
Entre a aula, o ensaio, o namoro, o cinema, o trabalho, a fé. Me perdi! Eu olhava em volta, me procurando em pedaços entre os compromissos e não me achava. No início foi engraçado, como um jogo de esconde-esconde. Só que no final eu já gritava entre soluços um solitário “Marco” e eu nunca me ouvia responder do outro lado “Polo”…
Chorava abraçada aos joelhos me esperando. Eu me esperava aparecer com olhinhos travessos de quem acaba de fazer arte, limpar as lágrimas da própria bochecha e dizer: Calma, tá tudo bem, eu só saí uns minutinhos, agora estou aqui….
Mas não. Se foi e não consegui me reencontrar.
Não sei quem sou e não posso nem ao menos me questionar!
E do outro lado, eu, me espiava chorando de longe… Egoísta e solitária….
Melhor assim.
Estou mais feliz agora, longe de mim.
Procurou debaixo do tapete?
bem abissal esse seu olhar sobre vc mesma.
gostei mto.
é isso ai.
bjs
A eterna procura dentro de nós mesmos é sempre contínua…nem sempre uniforme…mas contínua…
O reencontro é muita das vezes essencial…mas nem sempre queremos esse reencontro.
Vc define bem o que sente.
Robs
E esqueceu o caminho de volta para o blog…rs. Que bom que anda vivendo muito!